Quando você vê alguém comentando sobre futebol com aquele brilho nos olhos, é porque provavelmente a memória carrega uma jogada inesquecível. Tem jogador que vira sinônimo de talento puro e deixa saudade até em quem só viu pelos vídeos antigos.

Zico nasceu em 3 de março de 1953 no Rio de Janeiro e foi meia-atacante que marcou época. Seu caminho começou nas categorias de base do Flamengo e seguiu até clubes no exterior, construindo uma história que poucos conseguem repetir.

Pela Seleção Brasileira jogou três Copas do Mundo e fez 48 gols em 71 jogos. Levantou a taça da Libertadores em 1981 e os Brasileiros em 1980, 1982 e 1983, virando referência dentro e fora do país.

Depois de pendurar as chuteiras, foi treinador, trabalhou como dirigente e se envolveu em ações sociais. Essa presença contínua explica por que o nome dele ainda aparece tanto em qualquer papo sobre futebol.

Nas próximas linhas você vai ver como foi a trajetória, os principais feitos e o motivo de o legado seguir forte mesmo com o tempo passando.

De onde veio e por que virou referência

Nasceu em 3 de março de 1953 no Rio de Janeiro e começou a carreira nas ruas do bairro, jogando bola com os amigos. Subiu pelo Flamengo, onde estreou profissionalmente em 1971 e logo virou peça central do time.

Com o passar dos anos entrou para as listas dos maiores de todos os tempos por causa da combinação de técnica, liderança e números que impressionam. Na Seleção foram três Copas do Mundo e aquele total de 48 gols em 71 partidas que poucos conseguem alcançar.

Fora do Brasil, a passagem pela Udinese na Itália e pelo Kashima Antlers no Japão mostrou que o futebol dele funcionava em qualquer lugar. Prêmios individuais e presença na FIFA 100 consolidaram o respeito mundial, especialmente nos anos de 1981 e 1983.

  • Decisões e títulos importantes pelo Flamengo ao longo de toda a carreira.
  • Regularidade em diferentes fases, mesmo com pressão e expectativa alta.
  • Depois de parar de jogar, virou treinador, dirigente e comentarista, mantendo presença ativa no futebol.

Hoje, com cerca de 70 anos, opina sobre o esporte, influencia gerações novas e segue como exemplo de profissionalismo. A soma de conquistas e trajetória explica por que o nome continua tão presente.

Quem é e quantos anos tem hoje

Um dos maiores nomes do futebol brasileiro junta habilidade refinada com capacidade de liderar dentro de campo. Nasceu em março de 1953, entrou na base em 1967 e fez a estreia profissional em 1971 pelo Flamengo.

Ao longo da carreira passou por Flamengo, Udinese e Kashima Antlers. Na Seleção Brasileira atuou entre 1976 e 1986, disputando as Copas de 1978, 1982 e 1986.

No time se destacou como meia-atacante criativo, artilheiro eficiente e mestre nas bolas paradas. Essas qualidades ajudaram a conquistar a Libertadores de 1981 e os Campeonatos Brasileiros de 1980, 1982 e 1983.

  • Saiu de jovem promessa e virou líder técnico reconhecido no mundo todo.
  • Jogou na Itália e no Japão, aumentando o alcance do próprio nome.
  • Depois de parar de jogar, trabalhou como treinador, técnico e gestor em projetos sociais.

Aparece na lista FIFA 100 e recebeu diversos prêmios individuais que colocam o nome entre os todos os tempos. A combinação de feitos pessoais e impacto coletivo faz parte da história do esporte.

Do apelido ao papel de treinador e embaixador

Do apelido “Galinho de Quintino” nasceu uma trajetória que passou por campos, títulos e diversos continentes. O auge no clube carioca veio com os nacionais de 1980, 1982 e 1983 e a Libertadores de 1981, virando ídolo absoluto da torcida.

Na Udinese mostrou que conseguia se adaptar ao futebol italiano. No Japão, com o Kashima Antlers, ajudou a elevar o padrão local e a estruturar um mercado que estava começando a crescer.

No plano internacional, os números pela Seleção Brasileira falam por si: 48 gols em 71 jogos e presença nas Copas de 1978, 1982 e 1986. Esse volume e regularidade em momentos decisivos reforçam o impacto que teve.

  • Grande quantidade de gols e constância em jogos importantes ao longo da carreira.
  • Prêmios e presença em listas históricas que colocam o nome entre os todos os tempos.
  • Depois de parar de jogar, foi treinador de clubes, da Seleção Japonesa e atua como gestor e embaixador do futebol.

O conjunto de títulos, gols e passagens por diferentes países sustenta um legado que vai além das quatro linhas. Como técnico e representante do esporte, ampliou o alcance social e institucional no mundo do futebol.

Por que o nome segue atual no Brasil e fora dele

O nome segue vivo porque junta conquistas históricas com presença constante nos debates sobre o esporte.

A soma de carreira vitoriosa, participações em Copa do Mundo e passagens por grandes clubes cria autoridade natural. Como treinador e técnico manteve influência. Como ex-jogador voltou ao centro das conversas sobre tática, formação de atletas e gols decisivos.

Além dos prêmios e da presença na lista FIFA 100, atua como embaixador do esporte, com projetos sociais e aparições na mídia. Isso faz com que em qualquer conversa sobre futebol o legado dele seja usado como referência por jogadores, treinadores e torcedores de todas as idades.